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Pontos Históricos Piratini


Hotel Farroupilha (Av. Mauricio Cardoso, 89).
O prédio construído no ano de 1887 pelo Major Felisberto Piegas. Com a inauguração do curso de Formação de Regentes do ensino Primário e criação da escola Normal Regional Ponche Verde, em 1954, serviu para hospedar os alunos vindos de outras cidades. O local funcionou então, primeiramente, como um pensionato. As janelas eram em arco e serviam para sustentação do prédio conforme construção da época.

Cacimba da Carretela
Construída em 1874, tem 15 metros de profundidade. A cacimba foi construída no período de maior seca na cidade, em terreno doado por Elias Manoel de Brum. Existem algumas lendas locais em relação a cacimba.


Prédio do Ministério da Guerra, da Fazenda e do Interior (Av. Gomes Jardim número 122).
Sobrado onde se instalaram os Ministérios da guerra e da fazenda e interior, de características coloniais, que foram alterados na segunda metade do Século XX. Pode ser visto na obra, três fases de utilização de espaço. O prédio foi construído em 1826 para funcionar como habitação (sobrado de da. Ana Gomes Dias) e era idêntico ao do que foi instalado o governo Republicano. Em 1836 o sobrado foi ocupado pelos republicanos, que neles instalaram os Ministérios da guerra e da Fazenda e interior. Localizado na antiga Rua Clara, era o local onde José Mariano de Mattos e Domingues José de Almeida defendiam as ações de luta e políticas da republica Rio - Grandense. Os Ministérios da guerra e da fazenda Interior era uma das seis repartições públicas da republica e tinha como funcionários além dos Ministros, um oficial, dois escriturários e um contínuo.

Primitiva Câmara Municipal: (Avenida Gomes Jardim Número 136)
Dependências do prédio pertencente à dona Ana Gomes Dias, e onde, em 1832, foi instalada a Primeira Câmara Municipal dois anos após Piratini ter sido elevada à categoria de Vila, com direito a vereadores, juiz, promotor, cadeia publica, etc. O espaço foi cedido pela proprietária, mobiliado e sem ônus para a municipalidade. Em 1836, a 6 de novembro, o local foi palco do mais importante acontecimento revolucionário de 35: promulgação da republica Rio grandense pela Câmara Municipal, no papel de constituinte; eleição do primeiro presidente da nova Republica; Juramento e posse de seu substituto, bem como dos vices – presidente e ministros escolhidos.

Palácio do Governo (Palácio da Republica Rio grandense)
(Avenida Gomes Jardim número...) O local onde funcionou o governo da Republica Rio grandense foi construído em 1826. O prédio tem características coloniais, faladas definidas e lisas, terminadas cunhais, aberturas ricas em caixilharias, altas portas maciças de bandeiras encaixilhadas, como eram comuns nessa arquitetura de pé direito alto. Suas vergas e correspondentes aos vãos superiores nos dão clareza na leitura das fachadas. A cobertura foi feita em telhas de barro do tipo colonial, em quatro águas de duplo caimento. O prédio é o único em gênero no Rio Grande do Sul com seu “fogão Gaúcho de chão e chaminés de sete bocas tipo árabe, além de pátio murado e paço interno”.

Casa da Cerveja (Av. Gomes Jardim em frente ao Palácio do Governo)
Prédio construído em 1830, anos antes da Revolução Farroupilha. Durante muito tempo funcionou a Fabrica de Cerveja de Lundo Manoel de Brum, de origem açoriana, dos Brum da Ilha Terceira, descendente dos Bruyn, holandês do povoamento inicial da ilha em meados do século XV.

Casa Verde (AV. Gomes Jardim)
Casa construída em 1887, pertencente ao Major Pantaleão Médices da Silveira, revolucionário de 93, natural de Bagé, casado com a professora Inácia Machado da Silveira.

Residência do Comendador Moreira Fabião (Rua Bento Gonçalves, 06).
Prédio pertencente à família do comendador Fabião. Atual Hotel da Dona Sela, Prédio modelo Clássico do século passado, foi construída entre 1800 e 1850 e sofreu alterações em suas linhas arquitetônicas, com a inserção de platibanda e troca das janelas. A família Fabião era de prósperos comerciantes locais.

Casa em que resíduo o General Antonio de Souza Neto (Rua Bento Gonçalves, 13).
Tropeiro estancieiro e oficial da Guarda Nacional, Antonio Fonseca de Souza, o “Neto”, foi o guerreiro incansável que proclamou a Republica Rio Grandense, em 11 de setembro de 1836, um dia após sua vitória no combate dos campos do Seival, perto de Bagé. A vitória contra os imperiais tinha sido tão completa que no dia seguinte, ainda no acampamento e diante da tropa perfilada proclamou a Republica Rio Grandense, separando-a do Brasil. Os principais chefes revolucionários, Bento Gonçalves, Onofre Pires, Pedro Boticário, Corte Real, e Tito Livio Zambecari, foram aprisionados pelos imperiais na batalha da Ilha do Fanfa em 4 de outubro de 1836, quando se dirigiam para Piratini. Em 6 de novembro de 1836, a Câmara Municipal de Piratini oficializou a proclamação da Republica Grandense. O General Antonio de Souza Neto, após a Revolução Farroupilha, mudou-se para o Uruguai, de onde retornou mais tarde (1864) para defender o Rio Grande invadido no início da guerra do Paraguai. Nascido em 1801, Souza Neto faleceu.

Residência de Gomes de Freitas (Rua Bento Gonçalves, 59)
Construído em 1830, antes da Revolução Farroupilha, serviu de residência de Serafim José da Silveira, presidente da Câmara Municipal de Piratini de 1840 até 1845, em plena Revolução Farroupilha. O primeiro presidente, eleito e 1832, foi Vicente Lucas de Oliveira, que governou o Município até 1840. Serafim José da Silveira foi sucedido por Manoel Gomes Guimarães (1845-1847) e por Manoel José Gomes de Freitas, que governou a cidade por doze anos sucessivos e foi responsável pela construção de diversos prédios públicos e Piratini. Manoel José Gomes de Freitas, também Comendador, foi deputado provincial e chegou ao cargo de vice - presidente da província, entre 1875 e 1879. Escreveu várias obras de historia e geografia, não só do Rio grande do Sul como também do Brasil Atual neto Fotos.

Residência do Comendador Moreira Fabião (Rua 20 de setembro, 22).
Construção clássica do século passado, o prédio foi construído entre 1800 e 1850. A casa serviu de residência da família do escritor e folclorista Barbosa Lessa. (Nascido em Piratini, no cerro do Galdino, em 1830).

Primitiva cadeia civil (Rua 20 de setembro, 30)
Prédio que pertenceu a Dona Maria Francisca da Conceição, dai o nome antigo da rua passa a ser Rua da Conceição. A cadeia civil foi instalada em 1832.

Igreja Matriz
A primeira igreja foi construída por José de Matos Guimarães, entr4e 1811 e 1814 após a chegada dos imigrantes açorianos, no mesmo local da primitiva capela, erigida em honra a Nossa Senhora da Conceição. Antes da construção da capela o terreno servia de paradouro do gado pertencente ao primeiro morador do local, Antonio José Vieira Guimarães. Nessa igreja, em 1836 foi realizado o primeiro Te Deum em ação de graças à criação da Republica Rio Grandense. Ameaçada de ruir durante uma tempestade em julho de 1848, quando perdeu a torre existente, por ordem da presidência da província, em 1850, a igreja foi demolida, e, sobre os mesmos alicerces, foi construída a atual matriz, projeto de um arquiteto italiano, nas mesmas dimensões da igreja anterior, tendo a obra sido executada pelos irmãos Antonio Gentil Régio e Pascoal Régio.

Casa da Camarinha (Rua 20 de Setembro 156)
Residência e sede da Fazenda do primeiro morador do local, Antonio José Guimarães. Sua construção data de 1789 e foi o primeiro prédio construído na atual sede de município. A casa sofreu alterações, tendo sua parte assobradada (mirante) sido erguida na primeira década do século XX.

Teatro 7 de abril (Larzo Padre Reinaldo Wist, atrás da Igreja Matriz).
Funcionou durante décadas como Teatro Municipal. Local de Lara us e bailes nas noites da sociedade de piratiniense. O prédio foi modificado e esta, atualmente, desmembrado em três residências. A entrada principal d Teatro era em arco, onde hoje se vê as duas janelas na extremidade da casa. (Rua Lateral). No inicio do século XIX a sociedade Sul - Rio Grandense dançava do fandango, um baile sapateado ao som d vida e da rabeca (violino popular). A partir de 1830 as famílias urbanas e os mais ricos substituíram-no por danças européias como a quadrilha, o ril e a gavota. Depois de 1840 chegaram outras, como a valsa, a polca e a mazurca. A gaita chegou com os italianos em 1875.

Casa construída para ser cadeia pública (Rua comendador de Freitas esquina travessa Tiradentes).
Casa construída em 1832 para ser a cadeia publica, foi condenada pela presidência da província por estar muito próxima ao altar da Igreja. A casa foi posta a leilão quando a obra já tinha seu alicerce pronto e as paredes à meia altura. A obra foi arrematada e terminada por Leandro José da Costa.

Sobrado da dourada (Rua General Neto)
Construída em 1830, pertenceu a José Afonso Gassier, casado com dona Florinda Moreira, neta de Vicente Lucas de Oliveira, presidente da câmara municipal que decretou a Republica Rio Grandense em 1836. Nos fundos desse sobrado, num chapadão, ficava a fábrica de pólvora e foguetes dos irmãos Gonzaga Ferreira Pinto de Souza, conhecidos como “Os Fogueteiros”.

Bica
A primeira fonte de abastecimento de água do município, chamada de “Fonte dos Pinheiros” ficou conhecida apenas como “Bica”. A fonte foi construída no inicio do século XIX entre 1800 e 1810.

Casa da maçonaria – Loja Maçônica Rio Branco XXIV (Rua Manoel Pedroso 199)
Casa construída em 1903. Bento Gonçalves da Silva alcançou o grau de mestre maçom muito jovem, entre os anos de 1820 e 1830, tendo organizado diversas lojas maçônicas em cidades da fronteira. Sua influencia política já era grande, pois alcançou , em 1832 , o posto de comandante da guarda Nacional, cargo eminentemente político. Aguarda Nacional era sempre composta por membros de elite de cada região. Na época da Revolução Farroupilha, Bento, foi preso no combate da Ilha do Fanfa e enviado, junto com outros líderes farrapos, para a prisão de Santa Cruz e para a Fortaleza do Lage, ambas no Rio de Janeiro Onofre Pires e outros líderes conseguiram fugir, mas Bento desistiu porque seu companheiro de cela,o também farrapo Pedro Boticário era muito muito gordo e não conseguiu passar pela janela. Transferido para o forte do Mar, em salvador, Bento teve o apoio da maçonaria para facilitar sua fuga, em Setembro de 1837. Aproveitando descuido de seus guardas (subornados) Bento fugiu a nado em direção a um barco que estava á sua espera.

Residência de Vicente Lucas de Oliveira
Vicente Lucas de Oliveira foi uma das figuras mais ilustres de Piratini, eleito vereador várias vezes apartir da criação do município em 1830. Foi Ministro da Justiça Rio Grandense em 1847, Ministro da Fazenda, Ministro da Guerra em 1842 foi eleito deputado à Assembléia Constituinte da República Riograndense.

Casa de Garibaldi
A casa foi construida em data indeterminada. Na casa residiram Giuseppe Garibaldi e Luigi Rosseti, os revolucionários italianos que participaram da Revolução Farroupilha. Em 1838 foi criado o jornal do Povo, orgão oficial da República Riograndense, sendo as oficinas e redação instaladas no local.

 

Mapa dos Pontos Históricos

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